

Tratamento de vanguarda e sem cortes para Hiperplasia Prostática Benigna




Imagine uma tecnologia a vapor para reduzir a próstata sem cortes. Esse é o REZUM!
O procedimento usa energia térmica para eliminar o tecido prostático aumentado, reduzindo o volume da próstata e melhorando o fluxo urinário de forma eficaz.
Tratamento destinado a homens com sintomas urinários relacionados à Hiperplasia Prostática Benigna (HPB).
Realizado exclusivamente em ambiente hospitalar, em regime de hospital-dia, permitindo que o paciente retorne para casa poucas horas após o procedimento.
Não exige cortes do tecido, reduzindo riscos e complicações.
Mantém a integridade dos mecanismos de ereção e ejaculação, reduzindo riscos de disfunção erétil ou ejaculação retrógrada.
Permite retorno rápido às atividades cotidianas, sem necessidade de longa internação.
Evidências clínicas demonstram melhora sustentada dos sintomas urinários a longo prazo.


Essa condição se refere ao aumento natural do tamanho da próstata que ocorre especialmente aos 50 anos. Embora não seja câncer, esse crescimento pressiona a uretra e dificulta a passagem da urina, causando sintomas que vão muito além do incômodo físico.
Para muitos homens, a HPB significa noites mal dormidas por precisar levantar várias vezes para urinar, sensação constante de bexiga cheia e jato fraco.
Homens com próstata de tamanho aumentado moderado;
Pacientes que querem preservar a função sexual;
Quem deseja evitar a cirurgia tradicional e prefere recuperação mais rápida;
Quem não quer tomar remédio para vida inteira;
Se possui medo de parar de ejacular;
Medo de hemorragias (comum em cirurgias tradicionais);
Pessoas que tomam anticoagulantes (com Rezum não tem restrição);
Pacientes que não querem correr o risco de fazer transfusão de sangue (risco em cirurgias tradicionais);
Homens com os seguintes sintomas: aumento das micções noturnas, jato urinário fraco, urgência de urinar, gotejamento pós-micção, entre outras queixas.


Formação excepcional: Medicina USP (1992) com especialização em cirurgia geral e urologia no Hospital das clínicas da FMUSP (1998) e fellow de urologia na Mayo Clinic de Jacksonville (Estados Unidos);
Mais de 27 anos atuando na Urologia;
Mais de 20 mil cirurgias realizadas nas áreas de urologia geral, uropediatria, endourologia, uroginecologia, uro-oncologia e robótica;
Preocupação com saúde integral do homem e da mulher;
Excelência nos tratamentos;
Atualmente, é membro professor da Subdiretoria de Tecnologia em Saúde da Sociedade Brasileira de Urologia.
Acolhimento e atenção individualizada com privacidade e respeito à diversidade;
Opção de consulta presencial ou remota;
Atendimento Bilingue: Português e Inglês fluente.
Manobrista no local e acessibilidade
O Rezum é um tratamento minimamente invasivo para os sintomas urinários causados pela Hiperplasia Prostática Benigna (HPB). O procedimento utiliza a energia natural do vapor de água para tratar o tecido prostático responsável pela obstrução urinária. Com o passar das semanas, esse tecido é absorvido naturalmente pelo organismo, ampliando o canal urinário sem necessidade de incisões externas.
Sim. O sistema Rezum é aprovado pelo FDA (Estados Unidos) desde 2015, possui registro na ANVISA para utilização no Brasil e está contemplado nas diretrizes da Associação Americana de Urologia (AUA) e de outras sociedades internacionais como uma opção para o tratamento da HPB em pacientes adequadamente selecionados.
O procedimento é realizado por via endoscópica, sem cortes externos. Após anestesia adequada, um instrumento é introduzido pela uretra até a próstata, onde são aplicadas pequenas quantidades de vapor de água diretamente no tecido prostático responsável pela obstrução. Cada aplicação dura poucos segundos e, na maioria dos casos, o procedimento é concluído em aproximadamente 15 a 30 minutos, em regime de hospital-dia.
Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia. É comum a necessidade de utilização de sonda vesical por alguns dias após o procedimento, permitindo que o edema inicial diminua e a micção seja restabelecida de forma confortável. O tempo de permanência da sonda varia conforme as características individuais de cada paciente.
Um dos principais diferenciais do Rezum é seu perfil de preservação da função sexual. Estudos clínicos demonstram baixa incidência de alterações da função erétil e da função ejaculatória após o procedimento quando comparado a diversas técnicas cirúrgicas tradicionais. Como em qualquer tratamento médico, os resultados podem variar conforme as características individuais de cada paciente.
O objetivo do tratamento é reduzir a obstrução causada pelo aumento benigno da próstata e, com isso, diminuir ou até eliminar a necessidade de medicamentos para HPB. Essa decisão é individualizada e tomada pelo médico durante o acompanhamento, de acordo com a evolução clínica.
Em geral, homens com sintomas urinários decorrentes da Hiperplasia Prostática Benigna e indicação de tratamento intervencionista. O Rezum pode ser utilizado em diferentes anatomias prostáticas, incluindo muitos casos com lobo mediano obstrutivo. A confirmação da indicação depende de consulta e de uma avaliação completa.
Sim. Embora o Rezum seja indicado para muitos pacientes, existem situações em que o procedimento pode não ser a melhor opção. Entre elas estão a presença de infecção urinária ativa, determinadas alterações anatômicas da próstata ou da uretra e pacientes portadores de prótese peniana semirrígida, em razão das limitações técnicas para a realização segura do procedimento endoscópico. Outras condições clínicas e anatômicas também são avaliadas individualmente durante a consulta.
Nos primeiros dias é esperado ocorrer aumento transitório dos sintomas urinários, como ardência ao urinar, aumento da frequência urinária, urgência, pequeno sangramento na urina ou desconforto pélvico. Esses sintomas costumam melhorar progressivamente. A melhora ocorre de forma gradual, acompanhando a absorção do tecido tratado, podendo continuar evoluindo durante aproximadamente três meses.
Não. O vapor de água provoca a destruição controlada apenas do tecido prostático responsável pela obstrução. Nas semanas seguintes, esse tecido é reabsorvido naturalmente pelo organismo, ampliando o canal urinário. O procedimento não utiliza implantes permanentes.
Não. Caso seja necessário, o paciente permanece elegível para outros tratamentos da HPB no futuro, incluindo novos procedimentos minimamente invasivos ou cirurgias convencionais.
O Rezum utiliza vapor de água para reduzir o tecido prostático responsável pela obstrução. O UroLift utiliza pequenos implantes permanentes para afastar os lobos prostáticos sem remover tecido. Já a Ressecção Transuretral da Próstata (RTU) remove tecido prostático por via endoscópica. Cada técnica possui indicações, vantagens e limitações próprias. A melhor opção depende das características individuais de cada paciente.
O atendimento na Clínica Iizuka é realizado em regime particular. Após a consulta de avaliação, quando é possível confirmar a indicação do tratamento, nossa equipe apresenta todas as informações de forma transparente. Emitimos a documentação necessária para pacientes que desejarem solicitar reembolso ao plano de saúde, conforme as regras da própria operadora.
A maioria dos pacientes refere desconforto leve a moderado, que costuma ser bem controlado com analgésicos comuns. Durante o período em que permanecer com a sonda vesical, é importante seguir corretamente as orientações médicas sobre os cuidados com o dispositivo, contribuindo para uma recuperação mais confortável e segura.
O tempo de permanência da sonda depende da extensão do tratamento. Em procedimentos com até cinco aplicações de vapor de água, recomenda-se, em geral, permanência por cerca de sete dias. Quando são necessárias sete ou mais aplicações, esse período poderá ser maior, conforme avaliação individualizada do médico.
O retorno ao trabalho depende principalmente da atividade profissional exercida. Muitos pacientes conseguem retornar às suas atividades mesmo utilizando a sonda vesical, especialmente quando utilizam um coletor de perna (“leg bag”), mais discreto e confortável para o dia a dia. Pacientes que trabalham em regime de home office frequentemente retomam suas atividades já no dia seguinte ao procedimento. Outros preferem retornar após a retirada da sonda, geralmente entre sete e dez dias após a cirurgia.
Essa recomendação varia conforme o tipo e a intensidade da atividade física, o uso de medicamentos anticoagulantes e outros fatores individuais. De forma geral, recomenda-se evitar esforços físicos importantes durante aproximadamente 14 a 28 dias, ou conforme orientação do urologista.
Na ausência de intercorrências, a atividade sexual costuma ser liberada após a retirada da sonda vesical, geralmente entre sete e dez dias após o procedimento. Recomenda-se o uso de preservativo durante o primeiro mês para reduzir o risco de infecção urinária e minimizar a possibilidade de contaminação das áreas tratadas enquanto ocorre a absorção completa do tecido prostático.
Muitos pacientes já percebem melhora logo após a retirada da sonda vesical. Entretanto, como o mecanismo de ação do Rezum depende da absorção gradual do tecido tratado, a melhora continua evoluindo progressivamente durante as semanas seguintes, atingindo seu benefício máximo por volta de três meses após o procedimento.
Os estudos clínicos demonstram resultados duradouros. No ensaio randomizado controlado por sham publicado no Journal of Urology (2021), o acompanhamento de cinco anos mostrou taxa de necessidade de novo procedimento de aproximadamente 4,4%. Os resultados podem variar conforme as características individuais de cada paciente.
Após o procedimento pode ocorrer uma elevação transitória do PSA, relacionada ao processo inflamatório local. Em geral, espera-se estabilização dos níveis nos meses seguintes, retornando a valores próximos aos observados antes do tratamento. O Rezum não impede o acompanhamento do PSA nem interfere no rastreamento do câncer de próstata, que deve continuar sendo realizado conforme orientação do urologista.
Em muitos casos, sim. Entretanto, a indicação deve ser individualizada. Frequentemente recomenda-se a realização de uma uretrocistoscopia antes do procedimento para afastar estenose de uretra ou estenose de colo vesical, alterações que podem surgir após cirurgias prévias e que exigem tratamento específico antes da realização do Rezum.
Sim, desde que a retenção urinária seja decorrente da obstrução causada pela Hiperplasia Prostática Benigna. Quando existe suspeita de comprometimento da contração da bexiga (hipocontratilidade vesical), os resultados de qualquer procedimento destinado a desobstruir a próstata podem ser limitados. Nesses casos, é fundamental uma investigação cuidadosa para identificar a causa da retenção urinária e definir a estratégia terapêutica mais adequada.
Porque não existe um único tratamento ideal para todos os pacientes. A escolha depende do volume e do formato da próstata, da presença de lobo mediano, da possibilidade de uso temporário da sonda vesical, de doenças associadas da próstata, da uretra ou da bexiga, além das expectativas e prioridades de cada paciente. Como realizo diferentes técnicas para tratar a hiperplasia prostática benigna, minha recomendação não parte de um procedimento específico, mas da solução mais adequada para cada caso. Em muitos homens, o Rezum oferece um excelente equilíbrio entre eficácia, recuperação rápida e preservação da função ejaculatória. Em outros, tratamentos como UroLift, HoLEP, RTU da próstata ou prostatectomia simples robótica, também chamada de adenomectomia robótica, podem proporcionar melhores resultados: o HoLEP em próstatas muito volumosas, o UroLift quando o paciente não pode manter sonda no pós-operatório, e a RTU da próstata ou a via robótica em situações anatômicas específicas. O objetivo é sempre indicar a técnica que ofereça a melhor combinação entre eficácia, segurança e qualidade de vida para cada paciente.
O custo do tratamento é individualizado e somente pode ser definido após a consulta de avaliação. Isso porque diversos fatores influenciam o planejamento do procedimento, como o volume e a anatomia da próstata, o número de aplicações de vapor de água necessárias, a presença de alterações associadas, a estrutura hospitalar mais adequada para cada caso e os materiais que poderão ser utilizados. Após a avaliação clínica e a confirmação da indicação do Rezum, nossa equipe apresenta um orçamento completo e transparente, permitindo que o paciente compreenda todas as etapas do tratamento antes de tomar sua decisão.
1. McVary KT, et al. Final 5-Year Outcomes of the Multicenter Randomized Sham-Controlled Trial of a Water Vapor Thermal Therapy. J Urol, 2021. doi.org/10.1097/JU.0000000000001778
2. McVary KT, El-Arabi A, Roehrborn C. Preservation of Sexual Function 5 Years After Water Vapor Thermal Therapy. Sex Med, 2021. doi.org/10.1016/j.esxm.2021.100454
3. Long B, et al. Five-Year Outcomes of Water Vapor Therapy vs Doxazosin, Finasteride, and Combination Therapy. Urology, 2025. doi.org/10.1016/j.urology.2025.07.016
4. Cindolo L, et al. Do Patients Treated with Water Vapor Therapy and Meeting Randomized Clinical Trial Criteria Have Better Urinary and Sexual Outcomes Than an Unselected Cohort? J Endourol, 2022. doi.org/10.1089/end.2022.0637


Dr. Flávio Iizuka | CRM-SP 75674 | RQE 32918
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Dr. Flávio Iizuka | Urologista
Conteúdo revisado clinicamente por Dr. Flávio Iizuka, urologista. CRM-SP 75674 | RQE 32918.
Última revisão clínica: . Próxima revisão prevista: agosto de 2027.
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